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Antropologia do consumo

Arjun Appadurai

A abertura de capítulo que declara a função deste autor está em Fundamentos.

Na lista de referências

  • APPADURAI, Arjun (org.). The social life of things: commodities in cultural perspective. Cambridge: Cambridge University Press, 1986.

Onde a tese o cita

9 trechos, na ordem da tese.

Arjun Appadurai

A consequência é que a pergunta relevante deixa de ser “quanto custa” e passa a ser “quais molduras fazem algo aparecer como desejável, comparável e raro”, porque o valor não é inerente ao objeto, mas um julgamento produzido por sujeitos e endossado por uma troca real ou imaginada (Appadurai, 1986, p. 3-4).

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Arjun Appadurai

Por tal razão, o autor prefere falar em regimes de valor, cuja coerência pode variar conforme a situação e conforme a mercadoria, sem exigir consenso cultural pleno para operar (Appadurai, 1986, p. 14-15).

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Arjun Appadurai

A troca ordinária depende de acordos sobre o que é desejável e também sobre quem pode exercer demanda efetiva e em quais circunstâncias (Appadurai, 1986, p. 57).

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Arjun Appadurai

A demanda é impulso socialmente regulado e gerado, e não artefato de caprichos individuais (Appadurai, 1986, p. 31-32).

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Arjun Appadurai

It is exchange that sets the parameters of utility and scarcity, rather than the other way round, and exchange that is the source of value…” (Appadurai, 1986, p. 3-4).

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Arjun Appadurai

A regime of value, in this sense, is consistent with both very high and very low sharing of standards by the parties to a particular commodity exchange” (Appadurai, 1986, p. 14-15).

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Arjun Appadurai

What is political about it is the constant tension between the existing frameworks (of price, bargaining, and so forth) and the tendency of commodities to breach these frameworks” (Appadurai, 1986, p. 57).

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Arjun Appadurai

No capítulo The Cultural Biography of Things: Commoditization as Process, parte integrante da obra The Social Life of Things: Commodities in Cultural Perspective, organizada por Arjun Appadurai (1986), Igor Kopytoff (1986) desloca a mercantilização de um estado para um processo.

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Arjun Appadurai

No trecho: “The demand for commodities is critically regulated by this variety of taste-making mechanisms, whose social origin is more clearly understood (both by consumers and by analysts) in our own society than in those distant from us. […] In both cases, however, demand is a socially regulated and generated impulse, not an artifact of individual whims or needs” (Appadurai, 1986, p. 32).

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